quarta-feira, 8 de julho de 2009

Notícias sobre a morte do rei da Pop

Irmão de Michael Jackson diz que preferia ter morrido no lugar dele

Em entrevista no rancho de Nerverland, na Califórnia, nos Estados Unidos, Jermaine Jackson, 54, relevou que preferia ter morrido no lugar do irmão, Michael Jackson. “Ele morreu cedo demais. Não sei como as pessoas estão a lidar com isso, mas eu preferia que fosse eu. Sempre me senti como a sua espinha dorsal, alguém com quem ele sempre podia contar. É inacreditável”, declarou Jermaine.

Segundo o tablóide “The Sun", o irmão do rei do pop ainda teria manifestado o desejo de que o cantor fosse enterrado em Nerverland. “Esta é a casa de Michael. Ele criou isto aqui. Por que ele não estaria aqui? Eu sinto a presença dele”, acrescentou.

Guarda Real britânica homenageia Michael Jackson

A Guarda Real britânica fez uma homenagem a Michael Jackson na passada quarta-feira, dia 1. A poucos passos do Palácio de Buckingham, a banda da guarda tocou "Thriller", um dos maiores sucessos do cantor, diante de dezenas de turistas.



Tablóide dá detalhes sobre remédios achados na casa de Michael Jackson

O tablóide britânico "The Sun" divulgou, nesta sexta-feira, 3, mais detalhes sobre os analgésicos encontrados na casa de Michael Jackson.

Segundo a publicação, foram achados na residência do popstar mais de 10 tipos de analgésicos fortíssimos e potencialmente letais, entre eles o demerol, o protofol e o oxycontin, este último apontado como responsável pela morte de mais de 300 pessoas nos Estados Unidos.

A polícia também encontrou o analgésico metadona, que tem graves contra-indicações e os seus efeitos perduram por 24 horas. O remédio é usado ainda para tratar dependentes químicos em heroína. O "The Sun" conta ainda que na residência do popstar haviam cartelas de calmantes como Valium, e antibióticos.

Já o site "TMZ" informa que a polícia de Los Angeles investiga como tantos remédios conseguiram chegar às mãos do cantor. As autoridades americanas querem descobrir o caminho que as drogas fizeram desde o laboratório até o destino final.

Jackson utilizava nomes falsos para comprar as drogas, entre eles Omar Arnold e Jack London. O cadastro de uma das farmárcias da área em que vivia em LA tinha o nome Omar Arnold, segundo afirma o "TMZ".
Ainda segundo a publicação, é a mesma linha de investigação adoptada na morte da actriz porno Anna Nicole Smith, que morreu de overdose de drogas aos 39 anos, em um hotel de Miami, em fevereiro de 2007.

Seguro de vida do cantor cobre overdose
De acordo com chefe-executivo da empresa "AEG", o valor do seguro pela morte de Michael Jackson chega a 17,5 milhões de dólares e o seu pagamento está previsto inclusive em caso de overdose, informou o site "TMZ".
Apesar disso, a produção da digressão de 50 shows que aconteceria em Londres deve levar prejuízo, já que o dinheiro gasto giraria em torno de 30 milhões de dólares.

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